Novo contrato
mantém Diogo Costa no FC Porto até junho de 2030, com uma (reduzida) cláusula
de rescisão de 60 milhões de euros, assim como com o estatuto de mais bem pago
de todo o plantel principal.
Arenovação de Diogo Costa foi a 'prenda' (antecipada) deixada
por André Villas-Boas no sapatinho dos adeptos do FC Porto, colocando, desta
maneira, um ponto final num dossiê que se prolongava há já largos meses, pese
embora este tenha sido, desde sempre, o desejo de todas as partes envolvidas no
mesmo.
O novo
contrato irá manter o internacional português ligado aos dragões até ao dia 30
de junho de 2030 (o anterior terminava já em 2027, ou seja, no final da próxima
temporada), agora, com uma cláusula de rescisão no valor de 60 milhões de
euros, o que representa uma descida, face aos 75 milhões de euros que constavam
na que 'blindava' o último vínculo.
Já este sábado, o jornal A Bola
dá uma novidade, revelando que o guarda-redes viu o ordenado 'disparar' para os
2,5 milhões de euros líquidos (perto de cinco milhões de euros brutos) por
época, o que significa que passou a ser o jogador mais bem pago de todo o
plantel às ordens do treinador italiano Francesco Farioli.
A este valor, pode ler-se, há,
ainda, a acrescentar uma série de bónus aos quais o próprio terá direito, caso
algum dos potenciais interessados (já foram lançados os nomes de 'colossos'
como Bayern Munique, Chelsea ou Barcelona) opte por chegar-se à frente e ativar
a tão badalada cláusula de rescisão.
Esta
foi a maneira encontrada pela direção azul e branca para recompensar a
importância que o atleta de 26 anos de idade tem vindo a adquirir, não só
dentro das quatro linhas (onde é titular indiscutível), como também fora delas
(o que transparece no facto de continuar a merecer envergar a braçadeira de
capitão).
A pensar no Mundial
Este era um dossiê considerado de
máxima importância pelo presidente do FC Porto, André Villas-Boas, não só
devido à proximidade do final do contrato com Diogo Costa, como, sobretudo,
pela certeza quase absoluta de que este será convocado por Roberto Martínez,
para o próximo Campeonato do Mundo.
Não há grandes dúvidas de que,
entre junho e julho de 2026, o guarda-redes estará nos Estados Unidos, no
México e no Canadá, a defender a baliza da principal seleção de Portugal, sob
os olhares de tudo e todos, sendo que uma eventual boa prestação fará aumentar
ainda mais o 'assédio' de que tem vindo a ser alvo.
Apesar
de ser tido como imprescindível, no Dragão, o luso-suíço recebeu a garantia de
que não lhe serão 'cortadas as pernas', no que diz respeito à possibilidade de
vir a experimentar outros campeonatos, dentro em breve, daí a cláusula de
rescisão ter sido revista em baixa... ainda que com prémios associados, a ser
ativada.
Ainda assim, na altura de assinar o novo vínculo, Diogo Costa fez 'juras de amor' ao clube no qual completou formação: "Em miúdo sempre tive o sonho de jogar neste Clube. Não tinha a certeza se um dia seria jogador de futebol no FC Porto, mas esse sempre foi o meu maior sonho. É um sonho que me deixa muito feliz e me faz sentir um homem realizado, especialmente por ser capitão, que é algo que nunca imaginei"
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